NUTRIÇÃO E CARDÁPIOS

Tudo que o prontuário prescreve, a gente produz.

Seis dietas hospitalares, cardápio rotativo de 31 dias com ficha técnica por preparação, sobremesa compatível com cada restrição.

CARDÁPIO DE 31 DIAS

Nenhum paciente come a mesma refeição duas vezes no mesmo mês.

O cardápio da Calore é rotativo: 31 dias de composições diferentes, elaboradas por nutricionista, com ficha técnica completa por preparação. Isso significa que cada prato tem peso controlado, valor calórico calculado, macro e micronutrientes documentados.

Não é um cardápio genérico adaptado. É um cardápio pensado do zero para o paciente internado, considerando a monotonia alimentar que a internação impõe. No dia 1, o paciente come uma coisa. No dia 31, outra. E no dia 32, o ciclo recomeça — mas o paciente médio já teve alta.

A nutricionista da Calore elabora, a equipe produz em escala, e o hospital recebe pronto. Cada ficha técnica acompanha o lote, disponível para auditoria a qualquer momento.

SEIS DIETAS HOSPITALARES

Cada patologia pede um prato diferente.

Livre

Sem restrição. Almoço completo.

1.800 – 2.200 kcal/dia

Para pacientes sem restrição alimentar prescrita. Arroz, feijão, proteína, salada, guarnição e sobremesa. A refeição mais próxima do que o paciente comeria em casa — com controle nutricional que a casa não tem.

Exemplo de refeição: Arroz branco, feijão carioca, frango grelhado ao molho de ervas, purê de batata, salada de folhas verdes, pudim de leite.

Branda

Alimentos cozidos macios, fibras abrandadas.

1.600 – 2.000 kcal/dia

Para pós-operatório leve, problemas de mastigação, idosos com dentição comprometida. Todos os alimentos são cozidos até ficarem macios, sem cascas duras, sem sementes, sem frituras. A textura é pensada para quem precisa de gentileza mecânica no trato digestivo.

Exemplo de refeição: Arroz bem cozido, caldo de feijão, carne desfiada ao molho suave, cenoura cozida, banana amassada com canela.

Hipossódica

Sódio controlado escalonado. Ervas frescas preservam sabor.

Sódio reduzido conforme prescrição

Para hipertensos, cardiopatas e nefropatas. O sódio é controlado por escalonamento — não é simplesmente "comida sem sal". A equipe substitui sal por ervas frescas, especiarias e técnicas de cocção que preservam sabor real. O paciente come com prazer, não com resignação.

Exemplo de refeição: Arroz com ervas, lentilha temperada com louro e alecrim, peixe assado com limão e tomilho, abobrinha grelhada, gelatina de frutas.

Diabética

Carboidrato controlado, baixo índice glicêmico.

IG controlado por refeição

Para diabéticos tipo 1 e tipo 2. Carboidratos são calculados por refeição, com índice glicêmico monitorado. A sobremesa é fruta fresca — nunca açúcar adicionado. Cada porção é pensada para não gerar pico glicêmico, mantendo o paciente estável durante a internação.

Exemplo de refeição: Arroz integral, feijão preto, peito de frango grelhado, salada de rúcula com tomate, maçã em fatias.

Laxante

25–35g de fibras por dia. Trânsito restaurado.

Alto teor de fibras

Para constipação intestinal e pacientes em uso prolongado de opioides. Cereais integrais, frutas com casca, verduras cruas e cozidas. A composição estimula o trânsito intestinal de forma natural, reduzindo a dependência de laxantes medicamentosos durante a internação.

Exemplo de refeição: Arroz integral, feijão com couve, carne moída refogada, salada de beterraba crua com cenoura ralada, mamão com granola.

Líquida

Caldos coados, sopas creme, porções de 250–300ml.

250 – 300 ml por porção

Para pós-operatório imediato e disfagia leve. Tudo é coado ou processado até consistência líquida homogênea. Caldos de legumes, sopas creme de abóbora, creme de mandioquinha — cada porção entrega nutrientes sem exigir mastigação ou esforço digestivo.

Exemplo de refeição: Caldo de legumes coado, sopa creme de abóbora com gengibre, suco de fruta natural coado, gelatina líquida.

SOBREMESA É PARTE DA REFEIÇÃO

Nenhum paciente fica sem sobremesa.

Na maioria dos hospitais, a sobremesa é a primeira coisa cortada quando a dieta é restritiva. Na Calore, a sobremesa é parte do planejamento nutricional desde o início. Cada dieta tem sua sobremesa compatível: o diabético come fruta fresca, o paciente de dieta livre come pudim, o de dieta líquida come gelatina.

Parece detalhe. Não é. A sobremesa é o momento da refeição que mais impacta a percepção de satisfação do paciente. Quando o paciente termina o prato e ainda tem algo doce esperando — mesmo que seja uma fatia de manga — a experiência muda. O prato deixa de ser "comida de hospital" e vira refeição de verdade.

Bandeja hospitalar Calore com refeição completa e sobremesa

Conversar com a nutricionista da Calore

Se a sua unidade precisa de um cardápio que respeite cada patologia sem sacrificar sabor — a nutricionista da Calore explica como funciona, dieta por dieta.

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